"VOCÊ QUER, VOCÊ PODE, VOCÊ CONSEGUE"

"A UNIVERSIDADE E O BANHEIRO" - Autor: João Celestino

15/10/2013 18:48

A UNIVERSIDADE E O BANHEIRO

O sonho começa no jardim de infância, embora sem ser notado pelo estudante, mas, já planejado pelos pais. Vem o ensino primário, o ensino fundamental, e se estar mais perto agora, vem o ensino médio, 1°, 2° e 3° ano, neste último o estudante já não agüenta mais a expectativa, a indecisão do que fazer profissionalmente, e o incômodo aumento da interferência dos pais. Finalmente termina-se o 3° ano e toma-se uma decisão, vou seguir tal profissão, começa os estudos para o vestibular, na maioria das vezes está na ordem imediata o Cursinho Pré-vestibular, passa-se por ele, e finalmente vem os exames do vestibular; Passei! Que alivio agora só falta passar pelo trote e em breve serei diplomado a nível superior; O trote fica para trás, e os estudos acadêmicos inicia-se, na bagagem muitos anos de estudos, exames, trabalhos, cultura, ensinamentos familiares etc..., vivemos tudo isso.

Aí você se pergunta, e onde está o banheiro nesta história? Vou Falar! Depois de toda esta preparação, o estudante acadêmico não percebe, mas ele se demonstra incapaz de cumprir um principio básico: “Que os seus direitos terminam, quando começam os direitos do próximo”, e lá vai ele para o banheiro, antes vou informar que a diretoria da Universidade fez o maior esforço junto ao prefeito, ao governador, para obter a verba da construção, e ele ficou concluído: cerâmica de primeira, sanitários, lavatórios, torneiras cromadas, sexto de papel, tudo novinho em folha, como diz o ditado popular. Entrando no banheiro ele logo se dirige para sanar sua necessidade fisiológica, abre o zíper craaaa..., e esguicha para todos os lados, as vezes ele próprio é o alvo, devo dizer, está tudo melado, más para ele tudo normal, terminado com a primeira parte da missão, ele fecha o zíper, craaaa..., e dá descarga! Mentira, ele se vira sem dar descarga, e conclui assim a segunda parte da missão, quando se dirige para o lavatório abre a torneira, geralmente em excesso, e molha tudo, enxugando as mãos com papel, que não joga no lugar apropriado, deixando-o para derreter encima do lavatório, a torneira sabe-se lá se ficou fechada corretamente, termina-se a terceira parte da missão, isso quando ela acontece pois na maioria das vezes ele pula esta parte, e já se dirige a porta de saída, para então, tornar como terceira parte da missão o cumprimento ao colega que ele encontra logo após, no corredor, como vai? Tudo legal?, e lá vai um grande aperto de mão, daqueles de amigo mesmo, bem demorado, logo depois, más a frente, ele encontra aquela colega que é uma gracinha, e não consegue resistir, dando aquela acariciada tradicional na bochecha dela, até mesmo deixando-a meio avermelhada, tamanha emoção em vê-la, coitada, mais uma vítima, vítima do estudante acadêmico que deixou de cumprir o elementar respeito ao próximo, más cumpriu sua MISSÃO de não deixar a regra de exceção em dificuldade, pois emporcalhou a vida do próximo, sem pedir licença.

Finalmente, o estudante acadêmico se formou, e agora suja outros banheiros e emporcalha a vida de outras pessoas. Você deve estar pensando, estes casos são exceções, gostaria eu, de poder mentir neste momento final, afirmando que as exceções são os que não cumprem o respeito ao próximo, más, infelizmente tenho que ser realista, e devo afirmar que as exceções são os que cumprem o respeito ao próximo.

Fico pensando, e estou curioso, será que no banheiro das mulheres acontece a mesma coisa? Se alguém puder, me satisfaça esta curiosidade.

APÊLO AOS ESTUDANTES ACADÊMICOS. Por favor, dêem descarga e cumpram as rotinas de higiêne.

Autor: João Celestino.

Respostas envie e-mail para jcslife@gmail.com

 

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